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CENTRO DE AUTISMO – APAE/Caratinga

O Centro de Autismo da APAE de Caratinga foi fundado em 2004; atualmente atende de forma frequente e diária, 24 alunos alguns em período integral (07:30 às 17:00).

O Autismo é uma Síndrome que acomete a criança antes dos três anos de idade, caracterizada principalmente por déficits na comunicação, na interação social e o uso da imaginação. Sua causa ainda é estudada, porém, estudos recentes atribuem a fatores neurobiológicos. É uma síndrome que não possui cura, porém inúmeras formas de tratamento que diminuem sintomas e estimulam as potencialidades dos mesmos.

Na APAE de Caratinga, usam-se o método psicopedagógico TEACCH (Tratamento e Educação para crianças Autistas e com Dificuldade de Comunicação) por meio de sete professoras e dois monitores  e o método de comunicação alternativa PEC’S (Sistema de Comunicação por troca de Figuras) por duas fonoaudiólogas e uma psicóloga; ambos desenvolvidos na Carolina do Norte (EUA). Tais métodos têm como objetivo a estimulação do indivíduo como um todo, através de rotinas organizadas, variadas e estruturadas; permitindo a compreensão dos mesmos, pois se utiliza a técnica de troca de figuras, já que tal síndrome apresenta déficit significativo na comunicação verbal. Como complementação das atividades, são realizados projetos permanentes e eficientes, tais como oficinas profissionalizantes: tapete, artesanato e padaria; aulas de música, aulas de educação física adaptada (circuitos psicomotores) academia e natação.

Para o sucesso desse trabalho, a equipe do Centro de Autismo conta também com a participação da diretora, psicopedagoga, psiquiatra, neurologista e clínico geral.

Dessa forma, àqueles acometidos por tal Síndrome, possuem um acompanhamento diferenciado, adaptado e completo.

 

Fotos dos alunos do Centro de Autismo realizando atividades na Piscina Terapêutica da Apae de Caratinga

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Dia Mundial de Consciencização do Autismo

O autismo é um transtorno de desenvolvimento que geralmente aparece nos três primeiros anos de vida e compromete as habilidades de comunicação e interação social.

Em maio de 2013 foi lançada a quinta edição do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-V), que trouxe algumas mudanças importantes, entre elas novos diagnósticos e alterações de nomes de doenças e condições que já existiam.

Nesse manual, o autismo, assim como a Síndrome de Asperger, foi incorporado a um novo termo médico e englobador, chamado de Transtorno do Espectro do Autismo (TEA). Com essa nova definição, a Síndrome de Asperger passa a ser considerada, portanto, uma forma mais branda de autismo. Dessa forma, os pacientes são diagnosticados apenas em graus de comprometimento, dessa forma o diagnóstico fica mais completo.

O Transtorno do Espectro Autista é definido pela presença de “Déficits persistentes na comunicação social e na interação social em múltiplos contextos, atualmente ou por história prévia”, de acordo com o DSM-V.

As causas do autismo ainda são desconhecidas, mas a pesquisa na área é cada vez mais intensa. Provavelmente, há uma combinação de fatores que levam ao autismo. Sabe-se que a genética e agentes externos desempenham um papel chave nas causas do transtorno. De acordo com a Associação Médica Americana, as chances de uma criança desenvolver autismo por causa da herança genética é de 50%, sendo que a outra metade dos casos pode corresponder a fatores exógenos, como o ambiente de criação.

De qualquer maneira, muitos genes parecem estar envolvidos nas causas do autismo. Alguns tornam as crianças mais suscetíveis ao transtorno, outros afetam o desenvolvimento do cérebro e a comunicação entre os neurônios. Outros, ainda, determinam a gravidade dos sintomas.

Quanto aos fatores externos que possam contribuir para o surgimento do transtorno estão a poluição do ar, complicações durante a gravidez, infecções causadas por vírus, alterações no trato digestório, contaminação por mercúrio e sensibilidade a vacinas.

 

Fonte: http://www.minhavida.com.br/saude/temas/autismo

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Dia Internacional da Síndrome de Down 2015 Apae Caratinga

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Nesta Sexta-feira dia 20 de março de 2015 a Apae de Caratinga realizou uma festa em comemoração ao dia da Síndrome de Down, a data que se comemora Internacionalmente é no dia 21 de março.

A síndrome de Down não uma doença. É uma ocorrência genética natural, que no Brasil e está presente em todas as raças. Por motivos ainda desconhecidos, durante a gestação as células do embrião são formadas com 47 cromossomos no lugar dos 46 que se formam normalmente.

O material genético em excesso (localizado no par de número 21) altera o desenvolvimento regular da criança. Os efeitos do material extra variam enormemente de indivíduo para indivíduo, mas pode-se dizer que as principais características são os olhinhos puxados, o bebê ser mais molinho, e o desenvolvimento em geral se dar em um ritmo mais lento. Com apoio para seu desenvolvimento e a inclusão em todas as esferas da sociedade, as pessoas com síndrome de Down têm rompido muitas barreiras. Em todo o mundo, e também aqui no Brasil, há pessoas com síndrome de Down estudando, trabalhando, vivendo sozinhas, escrevendo livros, se casando e até chegando à universidade.

 

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Dia do Síndrome de Down

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O Dia Internacional da Síndrome de Down, celebrado em todo o mundo em 21 de março, chama a atenção da sociedade para a luta por direitos iguais, bem estar e inclusão das pessoas que nasceram com a síndrome. A data 21/03, ou 3/21 na grafia americana, faz referência aos três cromossomos número 21 que caracterizam esta ocorrência genética e foi ideia do geneticista Stylianos E. Antonarakis, da Universidade de Genebra. Em 2012,por iniciativa do Brasil, a celebração entrou para o calendário oficial da ONU.

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Reinauguração da Piscina APAE Caratinga

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O espaço é destinado à promoção da saúde e a reabilitação de apaeanos por meio da hidroterapia, esporte, recreação e lazer. Nesta sexta-feira, dia 13, a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Caratinga, a A PAE, realiza a reinauguração da Piscina Terapêutica, no Módulo II, localizado na Rua D, do Bairro Monte Líbano.

A obra foi realizada com recursos arrecadados no Natal APAExonado de 2014 e com a doação de empresários da cidade. A empresa Irmão Supermercados e a rede de Lojas Casas Ciclista repassaram no total 10 mil reais. A piscina térmica estava desativada há três anos e após uma ampla reforma foi reativada.

Os alunos fizeram questão de mostrar para o público o quanto são bons de nado. A diversão e alegria são um caso à parte.

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Dia 08 de Março Dia Internacional da Mulher

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Vocês sabem porque o dia 08 de Março comemora-se o Dia Internacional da Mulher? Vamos conhecer um pouco dessa história…

As histórias que remetem à criação do Dia Internacional da Mulher alimentam o imaginário de que a data teria surgido a partir de um incêndio em uma fábrica têxtil de Nova York em 1911, quando cerca de 130 operárias morreram carbonizadas. Sem dúvida, o incidente ocorrido em 25 de março daquele ano marcou a trajetória das lutas feministas ao longo do século 20, mas os eventos que levaram à criação da data são bem anteriores a este acontecimento.

Desde o final do século 19, organizações femininas oriundas de movimentos operários protestavam em vários países da Europa e nos Estados Unidos. As jornadas de trabalho de aproximadamente 15 horas diárias e os salários medíocres introduzidos pela Revolução Industrial levaram as mulheres a greves para reivindicar melhores condições de trabalho e o fim do trabalho infantil, comum nas fábricas durante o período.

O primeiro Dia Nacional da Mulher foi celebrado em maio de 1908 nos Estados Unidos, quando cerca de 1500 mulheres aderiram a uma manifestação em prol da igualdade econômica e política no país. No ano seguinte, o Partido Socialista dos EUA oficializou a data como sendo 28 de fevereiro, com um protesto que reuniu mais de 3 mil pessoas no centro de Nova York e culminou, em novembro de 1909, em uma longa greve têxtil que fechou quase 500 fábricas americanas.

Em 1910, durante a II Conferência Internacional de Mulheres Socialistas na Dinamarca, uma resolução para a criação de uma data anual para a celebração dos direitos da mulher foi aprovada por mais de cem representantes de 17 países. O objetivo era honrar as lutas femininas e, assim, obter suporte para instituir o sufrágio universal em diversas nações.

Com a Primeira Guerra Mundial (1914-1918) eclodiram ainda mais protestos em todo o mundo. Mas foi em 8 de março de 1917 (23 de fevereiro no calendário Juliano, adotado pela Rússia até então), quando aproximadamente 90 mil operárias manifestaram-se contra o Czar Nicolau II, as más condições de trabalho, a fome e a participação russa na guerra – em um protesto conhecido como “Pão e Paz” – que a data consagrou-se, embora tenha sido oficializada como Dia Internacional da Mulher, apenas em 1921.

Somente mais de 20 anos depois, em 1945, a Organização das Nações Unidas (ONU) assinou o primeiro acordo internacional que afirmava princípios de igualdade entre homens e mulheres. Nos anos 1960, o movimento feminista ganhou corpo, em 1975 comemorou-se oficialmente o Ano Internacional da Mulher e em 1977 o “8 de março” foi reconhecido oficialmente pelas Nações Unidas.

“O 8 de março deve ser visto como momento de mobilização para a conquista de direitos e para discutir as discriminações e violências morais, físicas e sexuais ainda sofridas pelas mulheres, impedindo que retrocessos ameacem o que já foi alcançado em diversos países”, explica a professora Maria Célia Orlato Selem, mestre em Estudos Feministas pela Universidade de Brasília e doutoranda em História Cultural pela Universidade de Campinhas.

No Brasil, as movimentações em prol dos direitos da mulher surgiram em meio aos grupos anarquistas do início do século 20, que buscavam, assim como nos demais países, melhores condições de trabalho e qualidade de vida. A luta feminina ganhou força com o movimento das sufragistas, nas décadas de 1920 e 30, que conseguiram o direito ao voto em 1932, na Constituição promulgada por Getúlio Vargas. A partir dos anos 1970 emergiram no país organizações que passaram a incluir na pauta das discussões a igualdade entre os gêneros, a sexualidade e a saúde da mulher. Em 1982, o feminismo passou a manter um diálogo importante com o Estado, com a criação do Conselho Estadual da Condição Feminina em São Paulo, e em 1985, com o aparecimento da primeira Delegacia Especializada da Mulher.

Parabéns a todas as mulheres !!!

Ser mulher é viver mil vezes em apenas uma vida, é lutar por causas perdidas e sempre sair vencedora, é estar antes do ontem e  depois do amanhã, é desconhecer a palavra recompensa apesar dos seus atos. Ser mulher é acima de tudo um estado de espírito, é ter dentro de si um tesouro escondido e ainda assim dividi-lo com o mundo.

 

Fonte:

http://revistaescola.abril.com.br/historia/pratica-pedagogica/8-marco-dia-internacional-mulher-genero-feminismo-537057.shtml

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